Dicas

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Data de Publicação |
Dica |
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31/01/2001 |
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mande a sua dica para thiago.castro@zaz.com.br ...
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Dicas Diversas !!
dicas retiradas do www.go.to/rd350
Yamaha RD 350 12/07/00
Como Verificar uma RD antes de adquirí-la: 12/07/00
Pilotagem 12/07/00
Manutenção 13/05/01
Manutenção 05/05/01
Manutenção 05/05/01
Manutenção 05/05/01
Manutenção 05/05/01
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Como fazer curvas !!
dicas retiradas do www.motoesporte.com.br
Para enfrentar uma curva devem seguir-se algumas
normas básicas, válidas para todos os gêneros de motos, onde incluímos os atos
a cumprir antes de entrar, no centro e na saída.
Na estrada encontramos variados tipos de curvas,
saiba de algumas: de raio constante,
as mais fáceis de negociar; com raio
decrescente, talvez as mais complicadas porque “fecham” no final; com raio crescente que se abrem. Cada uma
tem as suas características particulares e trajetória própria, mas todas
apresentam três pontos vitais para correta e segura abordagem: ponto do começo da curva – momento em
que iniciamos a inclinação; ponto do
meio – o instante em que se entra no interior da curva, e ponto de saída, que tal como o nome
indica, é utilizado para sair da curva até ao regresso da moto à posição
vertical.
Antes de chegar a uma curva devemos ter em
mente como efetuar a manobra e,
supostamente, conhecer a curva em questão. Devemos também decidir qual a
velocidade, quando e onde vamos frear, porque nem todos o fazem de idêntico
modo. Realizar tudo isto permite circular com superior segurança, porque o
nosso cérebro passa a coordenar antecipadamente todas as manobras.
As situações de pânico na hora de fazer uma curva, é por não se ter chegado à velocidade correta da curva, atingem-se geralmente devido a frenagem tardia, por não conhecer a curva ou outros imprevistos como manchas de óleo, sujeira, etc...
Curvas de raio Constante
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INCORRETO Nesta sequência observa-se a abordagem incorreta de uma longa curva à esquerda, antecipando o ponto de viragem e, consequentemente, o ponto de contato com a linha interna deixará em má situação para a saída. Uma curva deste tipo – longa, – não pode ser negociada com a trajetória vista, pois a moto terá tendência a sair para o exterior a partir do meio da curva. Para consertar a trajetória, deve-se reduzir a velocidade – estando com a trajetória e velocidade errada, vc terá que no momento em que devíamos acelerar –vc será obrigado a inclinar mais do que o necessário, para não terminar a curva fora da trajetória ideal e invadir… acostamento hahaha!! |
CORRETO Esta sequência mostra a trajetória correta na mesma curva. O ponto de começar deitar é substancialmente atrasado, mantendo a moto pelo exterior até à altura adequada para tomar o ponto da linha interna, que pela característica da curva encontra-se mais para frente que em uma de raio curto. Realizando a trajetória desta maneira e uma vez no ponto certo, poderemos acelerar com decisão graças ao correto posicionamento da moto na trajetória. A partir do ponto de aceleração devemos começar a endireitá-la, procurar o ponto de saída e assim aproveitar o espaço útil da faixa com a máxima segurança e eficácia. |

COMO ENTRAR NA CURVA
Apesar de ser difícil explicar em detalhe cada uma
destas manobras sem realizar exercício prático, como exemplo vamos partir de
uma qualquer curva imaginária. Suponhamos que nos dirigimos de uma linha reta
para uma curva à direita, de raio constante e com visibilidade. O fato de
vermos a saída já constitui substancial ajuda para efetuar a curva com
segurança mas, de qualquer modo, torna-se imprescindível realizar os seguintes
passos: antes de chegar ao ponto de inclinar, devemos colocar-nos no lado
oposto para onde se dirige a curva mas sempre na nossa
faixa de rodagem, para a partir daí decidir onde e quando vamos
frear – o fato de iniciar a frenagem no extremo oposto do lado para onde vamos
curvar, aumenta a segurança. Quanto mais espaço tivermos para frear, melhor a
podemos realizar.
Depois de frear e – se necessário – reduzir
velocidades, soltar os freios e inclinar a moto para o interior da curva, até
ao ponto de máxima inclinação. Portanto, é o instante mais delicado em termos
de aderência. Por tal motivo, a partir de então aceleramos com suavidade até ao
exterior da curva – tendo como espaço útil a nossa faixa de rodagem – para
encontrar o ponto de saída, atingido quando recolocamos a moto em linha reta.
Variar a ação num destes pontos, em especial a trajetória, é um erro que reduz
as margens de segurança.
CURVAS DE RAIO DECRESCENTE
Estas são curvas que “fecham” no final da trajetória
– se forem abordadas como as de raio constante, acabaremos inevitavelmente na
faixa contrária ou acostamento. Para fazer de forma correta devemos “atrasar” a
altura de entrar na curva, mais do que uma curva constante – você terá que
contornar a curva pelo exterior à velocidade adequada para o efeito, chegando
assim praticamente a uma única trajetória na máxima inclinação, com atenção
posta no seu ponto de saída. Assim, será fácil acelerar porque a inclinação da
moto foi constante, mesmo quando ela fecha no final e nessa hora vc terá que
estar do lado interno da curva, ficando-se com razoável margem de segurança
para encarar o final da curva. Na prática, toda a manobra se baseia no ato de
“frear”, com a finalidade de ir ao encontro do ponto de inclinação máxima,
neste tipo de curvas, estará sempre mais adiantado para o fim que em qualquer
outra situação. A forma desta curva é por hábito larga, com pouca visibilidade
para o final e de difícil execução.
CURVAS DE RAIO CRESCENTE
Como o seu próprio nome indica, trata-se de um tipo
de curva que apresenta condições contrárias às de raio decrescente,
significando que o seu traçado abre no final, permitindo uma saída cômoda e
fácil.
É habitual entrar por instinto de modo rápido, devido
à sensação de amplitude que proporciona a visualização da saída, e que em
princípio garante maior comodidade no final da curva. Na realidade, o ponto de
entrar na curva surge mais cedo que nas de ponto decrescente, devido a estas
curvas serem largas e possuírem boa saída; por isso, deve-se iniciar a
trajetória em busca do ponto máximo de inclinação mais cedo do que as outras.
Fazendo corretamente a manobra, a saída será muito cômoda e permitirá decidida
aceleração.
EM SEGURANÇA
Conseguir uma trajetória ideal passa
por realizar corretamente o primeiro ponto e os seguintes, porque na verdade
estão profundamente ligados; se, por exemplo, nos anteciparmos no primeiro,
atingimos demasiado cedo o segundo (ponto) e, por conseguinte, abriremos em excesso
a saída da curva, ou inclinaremos demasiado a moto pondo em causa a aderência,
com possível deslocação para a faixa contrária ou acostamento. Uma coisa deve
ficar clara: quanto menos inclinarmos, mais segurança teremos, e inclusive
velocidade – erradamente, muitas vezes confunde-se uma acentuada inclinação com
uma deslocação rápida.
Não se esqueçam que uma trajetória bem executada
permite acelerar a partir do ponto máximo de inclinação, oferecendo garantias
de segurança superiores.
Não duvidem: quanto mais inclinados estiverem, menos
poderão acelerar.
NÃO PROCURE PROBLEMAS...
Um resumo, aqui os erros mais comuns na negociação de curvas, e eventuais conseqüência.
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· Travar bruscamente quando entramos inclinados numa curva: isso levar-nos-á para o exterior. Quando se inicia a inclinação toda a frenagem já deve ter sido realizada... |
· Confiar no estado aparente do piso: no meio da curva podem aparecer ondulações, manchas de óleo... impõe-se conduzir sempre com grande margem de segurança em estrada aberta. |
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· Atingir o ponto máximo de inclinação em freando: garante saída para o exterior e possível queda, pois é o momento de maior inclinação da moto. |
· Sair da faixa de rodagem para negociar a curva – seja à entrada ou saída: coloca em risco a nossa integridade física e em perigo os veículos que circulam em sentido contrário. |
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· Acelerar antes de sair do ponto máximo de inclinação: mais uma razão para sair rumo ao exterior! |
· Entrar na curva com uma “mudança” demasiadamente alta, e reduzir no meio ou à saída da curva: à entrada da curva já devemos ter engrenada a velocidade certa. |
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· Antecipar o ponto de inclinação: implica retificar a trajetória a meio da curva ou permanecer demasiado tempo inclinado, com os riscos consequentes. |
· Tirar uma mão do guidão em plena curva: nem para saudar outro motociclista, pois com as motos esportivas existentes na atualidade, será bastante provável que a alteração de forças produza uma balançada brusca no guidão. |
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· Fazer a curva com a embreagem pressionada: imprudência temerária, pois impede a retenção do motor e destabiliza a moto. |
· Ultrapassar um veículo em plena curva: ainda que exista visibilidade e seja permitido, esse veículo pode esconder-nos algum obstáculo do terreno. |
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· Retardar excessivamente a frenagem em terreno desconhecido: pois não se sabe que tipo de curva aparece pela frente... |
· Um conselho final: em piso molhado, nunca atuar como em piso seco. Com chuva, estrada molhada ou asfalto úmido... no mínimo, aplique-se mais 50% de prudência e suavidade em todas as ações sobre a moto. |
Valeu Fred !
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Problemas de partida !!
dicas retiradas do www.motoesporte.com.br
Como resolver problemas de partida?
Muitos pilotos e até
mecânicos, quando preparam uma moto, só pensam em melhorar o desempenho do
motor ou suspensão - "Tudo bem o motor pega em 4 ou 5 partidas".
Tudo bem nada! Uma partida difícil geralmente indica algum problema mecânico ou
elétrico, além do mais a diferença de um 1 ou 5 partidas pode custar muitas
posições em uma corrida. Principalmente em enduros do tipo Cross-Country onde a
largada é feita com motor desligado. Uma partida rápida pode fazer a diferença
entre um hole-shot (largada em primeiro lugar) ou muita poeira e pilotos na sua
frente.
Neste artigo nós indicamos as principais causas de problemas com partida.
Para ligar uma moto
precisa-se de 3 coisas;
· Combustível
· Ar (compressão)
· Ignição
Se um dos elementos acima não esta em harmonia com os outros, por exemplo uma
ignição fora-do-ponto ou mistura incorreta, com certeza ocorreram problemas.
1 – Combustível
Geralmente
os problemas de partida são relacionados a algum problema de carburação. Nas
motos mais antigas é comum que o motor fique afogado por causa de uma alteração
no nível de bóia, ou gasto da válvula de entrada de combustível. Vibrações das
bóias e da agulha causam gastos de material que elevam o nível de combustível
na cuba. O afogador também pode ter gastos permitindo que parte do combustível
suba até o canal do afogador constantemente. Uma maneira fácil de verificar se
o motor está afogado e analisar a vela (em breve nos publicaremos um artigo
específico sobre este assunto).
2 - Ar (compressão)
Problemas
de partida com ar são frequentemente causados por uma baixa taxa de compressão.
Geralmente causados por anéis e pistão gastos. Para verificar o problema, pegue
um medidor de compressão, abra o acelerador, aperte o botão de corta-corrente
para evitar problemas de ignição ou tomar choque, e pedale o pedal de partida
rapidamente até que o medidor tenha atingido o máximo. A pressão mínima para um
motor pegar é 120psi (pounds per square inch). A maioria das motos tem uma taxa
de compressão de 175 até 200 psi.
3 – Ignição
Problemas
comuns com a parte de ignição são conexões oxidadas ou falhas no sistema de ignição.
Para evitar problemas com conexões, limpe-as frequentemente e aplique um spray
próprio para sistemas de ignição. Não use silicone ele oxida as conexões.
Existem duas maneiras de se verificar a parte elétrica:
1. medindo a resistência das bobinas;
2. medindo a voltagem que alimenta a bobina principal que fica entre o
stator/rotor e a vela. Um motor necessita atingir no mínimo 45 Volts (CA),
pedalando, para ele pegar. Se você não tem um voltímetro mas quer verificar se
a ignição está ficando fraca, reduza a abertura dos contatos da vela até
0.05mm. Se o motor pegar mais facilmente, isto é um sinal que o gerador está
ficando fraco. Casa você tenha de empurrar a moto para que ela funcione, com
certeza existe algum problema com a ignição e provavelmente o motor também
apresenta outros problemas como: falha em giros altos ou queima da vela.
O meu pedal de partida da retrocesso !
Quando o motor da
retrocesso é sinal que o momento de ignição está avançado. Quando a energia da
mistura do combustível é maior que a força da massa em movimento do piloto, o
pistão volta na direção contrário causando uma força reversa no pedal de
partida. Quanto maior o tamanho do motor e o grau de avanço da ignição, maior a
força de reversão. Motos com 500 ou mais cilindradas podem ser muita violentas
e podem causar lesões nos pés e joelhos. É recomendável sempre usar botas com
solado grosso e virar o guidão de lado, evitando que o joelho bata de volta no
guidão. Duas coisas causam o avanço da ignição.
· Ignição mal regulada ou solta
· Chaveta da ignição deslocada
A verificação do ponto de ignição pode ser feita após a retirada do rotor.
Geralmente há um marca na base da ignição que tem de ser alinhada com uma outra
marca no carter. A chaveta de ignição pode se deslocar causando uma alteração
no momento da ignição. Os cantos da chaveta não podem mostrar sinais de
desgaste (bordas redondas). Problemas com a chaveta geralmente tem a origem no
eixo da virabrequim e/ou cavidade do rotor, impedindo que o rotor se encaixe
bem no virabrequim, transferindo toda força lateral na chaveta. Usando um lixa
>200 ou pasta para lapidar válvulas geralmente garante que os dois
componentes se encaixem bem, evitando problemas com a chaveta
Depois de ter entrado no rio, minha moto
não quer mais pegar !
Quando você atravessa um
rio há o risco de entrar água na ignição ou no motor através dos respiros do
carburador, filtro do ar, ou a ponteira caso o rio for realmente fundo!
Se a sua moto cair num rio você tem que seca-lo da seguinte maneira:
1. Drene a gasolina da cuba do carburador.
2. Caso que entrou água no cilindro, retire a vela, vire a moto de cabeça para
baixo, engate a 3a marcha e gire a roda traseira. Isto tira toda água do
cilindro e motor. Tome cuidado para que o óleo do motor e/ou gasolina não vaze
através dos respectivos respiros. Verifique também se não tem água no
escapamento e retire o caso necessário. Nunca da partida com água no cilindro,
isto pode causar danos sérios.
3. Se o motor ainda não quer pegar, tem água na ignição. Remova a tampa da
ignição para drenar a água.
Minha moto não pega quando ela está muita quente !
Andar prolongado em
trilhas fechadas com baixa velocidade pode super-aquecer o motor. Neste caso
deixe o motor refrigerar até que a temperatura volte ao normal e verifique o
sistema de arrefecimento (nível de água, ou colméia obstruída por jato (na
lavagem) ou barro. Uma outra possível causa pode ser baixa compressão (veja
acima).
Minha moto não pega depois que ela caiu !
Geralmente quando se cai com a moto o carburador
transborda pelos respiros. Neste caso siga os passos apresentados a seguir.
Esses passos valem também em outros situações de afogamento em geral.
1. Feche a torneira do tanque e abra totalmente o acelerador enquanto você da
partida. (Não use o afogador!)
2. Se o motor não pegar depois umas 10 pedaladas pare e espere uns 15 minutos,
permitindo assim que o motor refrigere. Se você preferir reduzir este tempo,
tire a vela e pedale umas 6 vezes. Mas tome cuidado na retirada da vela para
que nenhuma sujeira caia dentro do cilindro.
3. Se o motor ainda não pegar, use uma vela nova; principalmente se a vela
estiver molhada e mostrar sinais de sujeira.
Use a cabeça pedalando! Se você percebe que o motor não pega por causa de um
problema técnico, pare e economize sua energia !
Valeu Fred !
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Manutenção da Bateria !!
dicas retiradas do www.motoesporte.com.br
Da
bateria depende, no caso das motos com partida elétrica, o arranque do motor da
moto. As baterias das motos estão dimensionadas, devido às condicionantes de
espaço e peso, para facultar o arranque do motor sendo quase utilizadas no seu
limite nesse instante. Assim, é necessário que a bateria se encontre sempre em ótimas
condições, para que não surjam surpresas. Existem 2 pontos em que se deve ter
especial atenção na manutenção das baterias: o nível da água e a limpeza dos
terminais.
Em relação ao nível da água é necessário que este encontre sempre entre as
marcas de máximo e mínimo inscritas na bateria em todos os elementos. Caso o
nível da água se encontre abaixo do mínimo em algum dos elementos da bateria, é
necessário destapar o respectivo elemento e adicionar água destilada até
completar o nível. Nas baterias sem manutenção (MF-Maintenance Free) não é
possível realizar esta operação.
O
outro ponto a ter em atenção é a limpeza dos terminais da bateria. As baterias
têm tendência a formar depósitos e acumular zinabre na zona dos terminais.
Estes depósitos podem dificultar a passagem da corrente elétrica, não
permitindo assim o uso da bateria em pleno. Para limpar os terminais da
bateria, deve-se retirar a bateria da moto, desligando os terminais (1º o
negativo e depois o positivo) e limpar os terminais e as zonas mais próximas
com uma solução de água e bicarbonato de Sódio. Depois de estarem bem limpos,
deve-se ainda passar com um pedaço de lixa fina na zona de aperto dos terminais
da bateria e dos cabos. Para montar a bateria na moto deve-se apertar os
terminais pela ordem inversa à desmontagem, e não esquecer de encaixar o tubo
de ventilação.
Caso surja a necessidade de carregar a bateria, esta carga deve ser efetuada com a bateria desligada da moto, com os orifícios de enchimento abertos e utilizando um carregador pouco potente (dos mais pequenos).
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Curvas !!
dicas retiradas do www.motoesporte.com.br
Curva para esquerda é igual curva para a direita? Não!!
Se andar de
moto fosse só andar em linha reta qualquer um poderia pilotar uma moto. Mas na
vida real, temos que "negociar" as curvas com as nossas motos. Apesar
de ser conveniente pensar diferente, simplesmente não é correto acreditar que
fazer uma curva para a direita é mesma coisa que fazer curva para esquerda,
exceto pela direção. O fato é que existem riscos e realidades diferentes
envolvidos.
Por exemplo, nos países onde a gente anda no lado direito da estrada, as curvas
para a direita são mais fechadas do que as curvas para a esquerda, enquanto o
inverso acontece nos outros países.
Isso significa que as curvas para a direita são mais difíceis de fazer do que
as para a esquerda seja qual for a velocidade. Isso também significa que além
de serem mais difíceis vc pode acabar na faixa de sentido contrário se
fizer merda. Numa curva para a esquerda mal feita vc pode sair completamente da
estrada.
Qual das duas é mais perigosa é uma questão de sorte/azar.
Se, por exemplo, não vier carro algum na contramão quando vc fez merda numa
curva para a direita, pelo menos vc ainda está no pavimento e tem a chance de
recuperar a trajetória, mas qualquer carro na contramão vai impede-lo
disso com uma colisão frontal.
Sair pela da estrada numa curva para a esquerda mal feita pode nem ser pior do
que levar um tombo, mas pode muito bem envolver uma queda de uma ribanceira.
Apesar de que curvas para a direita de um modo geral significam inclinar mais a
moto em qualquer que seja a velocidade quando comparado com uma curva para a
esquerda, normalmente tem-se mais tração disponível numa curva para a direita
do que pra esquerda. Isto porque a maioria das estradas estão cheias de carros.
Assim, as curvas para a direita são inclinadas a favor da curva enquanto para a
esquerda a curva é inclinada para o sentido inverso.
As curvas para a esquerda normalmente tem uma faixa mais estreita a ser usada
pela moto. Isto é, já que vc tem que inclinar a moto para fazer a curva, vc não
pode ir muito para a esquerda, pois vc acaba se inclinando a moto com cabeça
sua e tudo para a faixa contrária ! Vc estaria meio na contramão. A não ser que
exista uma separação entre uma faixa e outra, as motos só podem usar o máximo
de largura nas curvas para a direita.
Fazer uma curva para a direita num entroncamento é bem menos perigoso do que
para a esquerda. O motivo mais óbvio, é lógico, é que vc não precisa cruzar o
caminho dos veículos na estrada.
Virar para a esquerda tem outros dois perigos que não estão presentes quando se
vira para a direita : (1) A possibilidade que o seu descanso lateral esteja
baixado, (2) não é possível inclinar a moto para a esquerda tanto quando vc
pode para a direita pois alguma parte da moto poderá tocar no solo.
Mais uma coisa : Quando vc faz uma curva para a esquerda vc não deve se
preocupar apenas com o tráfego na contramão pois vc também tem que verificar se
alguém não está tentando ultrapassar vc. Se vc for atingido por
esse veículo a culpa é sua pois foi vc que fez uma mudança de faixa sem
segurança.
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Corrente e Correia !!
dicas retiradas do www.motoesporte.com.br
Saiba a diferença que existe entre corrente e correia:
Lubrificação
- Na corrente é preciso lubrificar periodicamente a cada 500km
mais ou menos dependendo das condições de chuva
- Na correia dentada não há necessidade de lubrificação
Contra
tranco
- Na corrente sempre a o contra tranco, mesmo quando bem ajustada
- Na correia não acontece nem quando acelera nem quando desacelera
Durabilidade
- Na corrente é preciso trocar não só a corrente mas o pinhão e a coroa, a cada
16000 à 32000 km, dependendo da manutenção
- Na correia a durabilidade é de 3 a 4 vezes maior e só é preciso trocar a
correia. O "pinhão" e a "coroa" não precisam ser
trocados.
Quebra
- Na corrente existe o risco de um nó travar o pinhão (danificando o motor) ou
travar a roda traseira (travando a roda e causando tombo)
- Na correia, quando ela parte ... nada acontece
Sujeira
- Na corrente é preciso mate-la lubrificada. Isso significa sujeira na
roda, no braço da suspensão, na coroa.
- Na correia dentada não tem nada disso
Eficiência
(essa é a melhor parte)
- Na corrente a eficiência da transmissão é de 85% quando nova e deteriora
rapidamente com o uso.
- Na correia a eficiência é de 98% !!! Um ganho de 13% ! Isso significa que
vc pode colocar uma relação mais longa sem perda de força !
Barulho
- Na corrente o barulho aumenta muito com o aumento da velocidade
- Na correia praticamente não há barulho.
Valeu Boko !
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Compra !!
dicas retiradas do www.motoesporte.com.br
Dicas para
comprar um a boa moto usada (serve para qualquer tipo
de moto)
1 - Verifique o alinhamento do quatro. Peça a alguém para segurar a moto em pé,
absolutamente vertical e fique a alguma distância (2 ou 3 metros) olhando para
a moto abaixo da altura dos eixos. Verifique se a roda da frente está
exatamente na frente da roda de traz e se ela está bem no meio. Faça a mesma
verificação pelo lado de traz. Vc não deverá ser capaz de ver o pneu da frente
pois o traseiro normalmente é mais largo do que o dianteiro. Se vc sentir ou
desconfiar de desalinhamento não compre a moto.
2 - Com a moto parada e motor desligado acione o freio dianteiro completamente
e force a suspensão para baixo várias vezes. Em seguida verifique se tem
vazamento nas bengalas. Verifique também se não tem algum barulho
estranho ou folga na suspensão dianteira.
3 - Faça a mesma coisa com a suspensão traseira. Se for monochoque vai ser
difícil verificar vazamento do amortecedor mas tente assim mesmo. Em algumas
motos o miserável do amortecedor ta atochadin lá dentro. Se
for DT 180 desista porque ele fica dentro de um cano embaixo do tanque de
combustível. Verifique barulhos e/ou folgas.
4 - Coloque a moto sobre o cavalete central (se ela tiver) e segure a roda
traseira forçando-a para os lados tentando verificar folgas. Gire-a
lentamente e tente verificar se faz ruídos estranhos. Se fizer barulho pode ser
a fita do freio a tambor com problemas ou rolamentos estragados. Em
qualquer um dos casos ... é bronca. Faça a mesma coisa com a roda dianteira.
Observe empenos nos aros, marcas, falta de raios, cortes nos pneus e o
desgaste. Pergunte ao dono se tiver uma ou outra marca. Lembre-se da
resposta, deixe passar um tempo, faça outras perguntas e volte a pergunta já
feita e veja se a resposta é a mesma. Se ele mudar de história, desconfie.
5 - Observe a altura dos punhos, um em relação ao outro. Se estiverem em
alturas diferentes é sinal que levou algum tombo forte. Procure por marcas nas
pontas das pedaleiras, na parte de baixo do escape, na ponta das bengalas. Uma
moto que leva um tombo não significa que a moto é imprestável. Pergunte se a
moto levou tombo. Se ele disser que
não, desconfie pois se o cara está querendo mentir para esconder um simples
tombo pode ter algo mais sério a ser escondido.
5,5 - No cavalete central, coloque a roda de traz para baixo e gire o guidão
para um lado e para outro. Veja se existe algum "buraco" no curso do
guidão. Se tiver é sinal de que os rolamentos da mesa estão estragados. Isso é
bem carinho para consertar.
6 - Ligue a moto. Verifique se pega fácil, se o pedal de partida volta
direitinho para a posição ou se a mola está cansada. Deixe a moto funcionando
em marcha lenta e observe barulhos. Se vc tiver a impressão que está
ouvindo um helicóptero, desista. Essa moto está com algum problema sério de
comando de válvulas e é bronca. Se tiver partida elétrica tente ligá-la com o
farol ligado. É sacanagem mas vc fica logo sabendo se tem algum problema
na bateria.
7 - Com a moto a cerca de 40km/h tire as mãos do guidão. A moto deve permanecer
em linha reta. Se pender para algum lado é sinal de quadro empenado. Se ela
começar a balançar pode ser algum problema na suspensão dianteira ou no
rolamento da roda dianteira.
8 - Verifique a parte elétrica da moto : iluminação do painel, faróis, piscas,
luz do freio. Verifique se ta tudo funcionando. Verifique a saúde da bateria.
Mesmo em motos sem partida elétrica a bateria é importante pois se ela estiver
sem carga acaba causando muitas queimas de lâmpadas.
9 - Observe o aspecto do conjunto coroa/corrente/pinhão. Dependendo do estado
em que se encontram podem ser a diferença entre um bom ou mau negócio.
10 - Observe o aspecto geral da moto : brilho da pintura, queimaduras nas
partes plásticas, fixação das mesmas, arranhões, estado do banco, arranhões no
guidão, firmeza do ponto da chave da moto.
11 - Verifique vazamentos de óleo na parte de cima do motor, no eixo do pinhão.
Se tiver vazamento na parte alta do motor é bronca séria. Se tiver vazamento no
lado do pinhão é problema de retentor que normalmente é fácil de resolver.
12 - Observe se o escape está furado. Se o escape estiver aberto desconfie pois
pode estar assim propositalmente para esconder algum ruído do motor. Não caia
na conversa de que escape aberto é mais maneiro. Se vc gosta de escape aberto
abra vc mesmo mas prefira comprar motos com o escape silencioso ou esportivo.
Converse com o proprietário e preste atenção nas conversas dele. Na dúvida,
pergunte ao cara. Pergunte para que ele usava a moto se era só para passear ou
para ir ao trabalho, se usava muito garupa, se colocou/retirou algum acessório,
qual o consumo médio, quando foi a última revisão, para que time ele torce,
qual o tamanho do sapato e principalmente se ele acredita em duende. Se ele
responder sim a última pergunta NÃO COMPRE a moto desse cara.
Best regards,
Valeu Boko !
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Qual o defeito !!
dicas retiradas do www.motoesporte.com.br
Qual o defeito
que a minha moto tem ?
Para se consertar um defeito da moto o fundamental é saber exatamente qual é o
defeito. Ninguém precisa ser um mecânico para ter pelo menos uma idéia do que é
que ta acontecendo na moto. A idéia é diminuir as alternativas de defeito antes
de levá-la ao mecânico para evitar que ele te enrole.
Tenho dois exemplos simples de defeitos que podem ser detectados com um
pouquinho de atenção.
O primeiro defeito é na verdade um problema de regulagem no carburador. Se sua
moto está fazendo muitos kilômetros por litro e todo mundo fica com inveja da
sua moto econômica isso pode ser um sinal de mistura muito pobre. Apesar da
evidente vantagem de economia a mistura muito pobre pode trazer alguns
problemas : superaquecimento, perda de potência é o mais óbvio e no caso dos
motores 2t a possibilidade de travar o motor é maior.
Além do sintoma de baixo consumo e baixa potência outros sintomas da mistura
pobre são o superaquecimento e a "canecagem". A mistura
ar/combustível tem um papel de refrigerante pois o vapor de gasolina entra frio
na câmara de combustão. Nesse momento a mistura absorve o calor das paredes do
cilindro, do cabeçote e da cabeça do pistão. Quanto mais gasolina entrar mais
frio vai ficar o motor. Se a mistura está pobre pouco calor vai ser absorvido
por ela. O superaquecimento acaba causando uma pré-detonação da mistura que é
comumente chamada de "batida de pino" ou "canecar". Nos
motores dois tempos quando isso acontece o som é igualzinho a batida no fundo
de uma caneca de alumínio, daí o nome "canecar". QUando isso acontece
existe uma perda de força bem sensível. Para confirmar que o problema é mesmo
de mistura pobre existe um truque que ajuda a verificar. Quando vc perceber que
a sua moto está canecando acione o afogador. A canegagem
vai acabar mas após algum tempo a moto vai estar afogada. O truque só serve
para confirmar que tem o problema mas não para resolvê-lo.
Para resolver o problema da mistura pobre a melhor solução é levar a moto para
um mecânico mas se vc quer tentar não é tão difícil. Nos carburadores com
agulha é só levantar a agulha uma posição e experimentar. Vai ser preciso
regular a marcha lenta. Nos carburadores mais complexos a depressão é melhor
levar mesmo ao mecânico.
O lance dessa dica é que o mecânico ao ouvir o seu relato dos sintomas pode
levar vc a fazer uma retífica na moto sem necessidade. Fique esperto.
O outro defeito que pode ser facilmente diagnosticado é o desgaste excessivo
dos rolamentos da roda dianteira. O sintoma que aparece nesse caso é a roda
balançando para os lados em média e alta velocidade quando vc solta as mãos.
Esse é um teste muito válido quando vc vai comprar uma moto usada. Acelere até
uns 60km/h e solte as mãos do guidão. Se a roda começar a balançar temos um
suspeito. Para verificar dê uma apertada boa nas porcas do eixo da roda e
refaça o teste. Se o balançado diminuir então está confirmado : os rolamentos
foram para o saco. A solução aqui é trocá-los e vc pode fazer isso comprando os
rolamentos de qualidade usando a referência dos
rolamentos originais. Isso normalmente acaba saindo muuuuuito mais barato do
que comprar na concessionária e o rolamento é exatamente o mesmo. Prefira
rolamentos SKF.
O lance dessa dica é que o mecânico ao ouvir o seu relato do sintoma pode levar
vc a fazer uma reforma das bandejas da suspensão dianteira sem necessidade.
Fique esperto.
Valeu
Boko !
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dicas retiradas do www.motoesporte.com.br
Moto que sai de linha nem sempre vira Mico:
O fato de uma moto sair de linha nem sempre significa que ela
virou um mico.
Ela vira um mico quando aparece uma moto da mesma categoria e preço semelhante
mas com características técnicas e de estilo muito superiores. Se a substituta
for da mesma marca então é mico certo. Isso é o que acontece com a XR 200 R e a
Tornado 250. A nova moto é muito superior, da mesma marca e apesar de ser um
pouco mais cara ela ataca a XR 200 R quer já era muito fraquinha justamente nos
seus pontos mais fracos : desempenho, estilo, equipamento. Tomemos outro
exemplo a CBR 450 SR. Ela teoricamente virou mico com o lançamento da CB 500
mas na hora H nem é tão mico assim. Primeiro que o estilo da CBR 450 SR é muito
diferente do estilo da CB 500. APesar do motor da CB 500 ser muito mais moderno
do que o da CBR 450 SR, o motorzão velho da CBR se garante e dizem os mecânicos
que é muito robusto a ponto de acreditarem que o mundo vai se acabar mas ainda
será possível encontrar motor de CBR rodando por aí. Outra coisa que faz pensar
que é mico é o boato. Boatos sobre uma moto assim-assado e na hora H nada disso
acontece.
Valeu
Boko !
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